5 INCRÍVEIS INVENÇÕES BRASILEIRAS PARA AS QUAIS NINGUÉM DEU BOLA
Para quem imagina que os brasileiros não têm boas ideias ou que tudo que é inovador surge apenas em outros países, basta dar uma olhada na história das invenções para perceber que a situação não é bem essa.
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Conheça o Pitzi, serviço brasileiro que conserta seu celular quebrado
Muitas vezes no Brasil é mais barato e menos irritante comprar um aparelho novo do que consertar um que quebrou. Ok, no caso de celulares mais caros, isso nem sempre é verdade. Trocar a tela quebrada de um iPhone, Galaxy S II ou a trackball de um BlackBerry pode ser mais barato, mas o tempo de conserto é algo que ainda é grande e nem sempre as assistências técnicas dispõe das peças necessárias.
Criado pelo americano Daniel Hatkoff, o Pitzi tem como objetivo solucionar tanto o problema de demora e quanto do preço. Ele é um serviço que, por uma mensalidade variável, repara seu celular em caso de queda, mergulho em água ou outro defeito decorrente ou não de algum acidente.
Seu funcionamento é simples: você se cadastra e escolhe o modelo do seu celular numa lista. É o modelo dele que vai determinar quanto de mensalidade você paga e ela varia de R$ 5 a R$ 25 (esse último especificamente para o iPhone 4S de maior armazenamento). Depois cadastra seu cartão de crédito e registra o aparelho usando a nota fiscal dele. Somente depois de registrado você pode usar os serviços de Pitzi.
Em caso de falha de hardware, você entra em contato com eles e o serviço te manda um envelope pré-pago de Sedex, para que você mande de volta o aparelho. No caso de telas quebradas ou um mergulho na água (ou seja, acidentes) o processo é o mesmo, mas é necessário pagar R$ 75 adicionais pelas peças ou reposição do celular, que ainda é um valor relativamente baixo.
O serviço terceiriza a forma de pagamento com a Adyen, a mesma startup usada pelo Groupon. Até o momento de publicação desse post, eles só aceitavam cartão de crédito, mas o criador do serviço garantiu que no futuro eles planejam expandir as opções de pagamento.
Como um todo, o Pitzi parece ser um serviço interessante, que não só tem potencial para ajudar vários desastrados como também promete fazer isso de forma bem rápida. Mas como o lançamento foi essa semana, não sabemos ainda se a eficiência é mesmo tão boa quanto parece.
Conversei hoje com o próprio Daniel para entender um pouco mais de como o Pitiz funciona e saber mais detalhes do que está por trás das cortinas.
Daniel Hatkoff | Crédito: Rafael Silva/Tecnoblog
Tecnoblog: Qual a origem do nome Pitzi?
Daniel Hatkoff: Pitzi é uma palavra em hebraico que é usada como apelido para alguém que você gosta muito, alguém pequeno, uma palavra que alguém usaria com seu filho menor ou um animal de estimação. Então a ideia com o Pitzi é que o celular se tornou isso para nós, algo que se você perder vai fazer você se sentir desconectado da vida.
Daniel Hatkoff: Pitzi é uma palavra em hebraico que é usada como apelido para alguém que você gosta muito, alguém pequeno, uma palavra que alguém usaria com seu filho menor ou um animal de estimação. Então a ideia com o Pitzi é que o celular se tornou isso para nós, algo que se você perder vai fazer você se sentir desconectado da vida.
Porque 30 dias? E como comprovar essa compra?
Como estamos cobrindo coisas como acidentes e outros problemas, esse período é necessário para que tentemos evitar pessoas que quebraram o celular e pensam “opa, agora vou cadastrar”. Então esse período serve para decidir se o Pitzi é um serviço que você quer contratar mas que ao mesmo tempo não é longo o bastante para ter acontecido algo com o seu celular e que te fez ir ao Pitzi.
Como estamos cobrindo coisas como acidentes e outros problemas, esse período é necessário para que tentemos evitar pessoas que quebraram o celular e pensam “opa, agora vou cadastrar”. Então esse período serve para decidir se o Pitzi é um serviço que você quer contratar mas que ao mesmo tempo não é longo o bastante para ter acontecido algo com o seu celular e que te fez ir ao Pitzi.
Atualmente exigimos a nota fiscal. Um usuário do serviço pode ou digitar a chave eletrônica presente na nota fiscal ou tirar uma foto dela. Esse processo é necessário para evitar coisas como fraudes e celulares roubados.
Quanto tempo normalmente demora para um celular ser enviado e recebido de volta?
Nós garantimos que dentro de 5 dias úteis você terá seu telefone de volta. Em muitas vezes será mais rápido do que isso. Depende bastante do tipo do problema e nós cobrimos três: quebra do celular por queda, quebra do celular por mergulhar na água ou falha de hardware. Uma tela pode ser trocada facilmente, mas em caso de dano por umidade, é algo mais difícil.
Nós garantimos que dentro de 5 dias úteis você terá seu telefone de volta. Em muitas vezes será mais rápido do que isso. Depende bastante do tipo do problema e nós cobrimos três: quebra do celular por queda, quebra do celular por mergulhar na água ou falha de hardware. Uma tela pode ser trocada facilmente, mas em caso de dano por umidade, é algo mais difícil.
Nosso gerente de marketing já quebrou 4 iPhones de maneiras diversas e isso foi até um dos motivos pelos quais decidimos abrir a empresa. Nós vimos de perto o quão demorado é o processo de conserto e troca, tanto no Brasil quanto nos EUA.
Qualquer celular é aceito?
Temos uma lista de celulares que são cobertos, mas provavelmente há celulares que não constam nela. Nesses casos, você pode digitar o nome do seu aparelho e nós vamos responder dentro de um dia se ele é um aparelho que nós achamos que podemos cobrir ou não. A ideia é não ser um serviço difícil para as pessoas.
Temos uma lista de celulares que são cobertos, mas provavelmente há celulares que não constam nela. Nesses casos, você pode digitar o nome do seu aparelho e nós vamos responder dentro de um dia se ele é um aparelho que nós achamos que podemos cobrir ou não. A ideia é não ser um serviço difícil para as pessoas.
São próprios funcionários da Pitzi que recebem os aparelhos e os consertam?
Na verdade nós temos uma rede com técnicos em São Paulo especializados em consertar aparelhos. Dependendo do problema, nós temos experts diferentes espalhados pela cidade e que darão prioridade aos nossos clientes. O importante é que para qualquer problema, nós temos certeza de ter contratado as pessoas que fazem um bom serviço e que tenham as peças certas para os reparos.
Na verdade nós temos uma rede com técnicos em São Paulo especializados em consertar aparelhos. Dependendo do problema, nós temos experts diferentes espalhados pela cidade e que darão prioridade aos nossos clientes. O importante é que para qualquer problema, nós temos certeza de ter contratado as pessoas que fazem um bom serviço e que tenham as peças certas para os reparos.
Nós contratamos um cara da Apple para gerenciar nosso programa de atendimento ao cliente e reparos. Ele desenvolveu o sistema conosco e nos ajudou a pensar em coisas do jeito que a Apple pensaria nelas, então nós temos um foco muito grande no atendimento ao cliente.
A Pitzi tem planos para o futuro como expansão para outros estados ou para fora?
Por enquanto vamos ficar alguns meses em beta privativo, para trabalhar com pessoas que gostam do nosso serviço o bastante para assinarem durante o teste. A partir daí vamos abrir para o estado de São Paulo e depois expandiremos para o resto do Brasil. Não pretendemos expandir para além das fronteiras do país, o foco vai ser mesmo só aqui.
Por enquanto vamos ficar alguns meses em beta privativo, para trabalhar com pessoas que gostam do nosso serviço o bastante para assinarem durante o teste. A partir daí vamos abrir para o estado de São Paulo e depois expandiremos para o resto do Brasil. Não pretendemos expandir para além das fronteiras do país, o foco vai ser mesmo só aqui.
Via: tecnoblog
Novo celular da Sony resiste até a facadas e marteladas
Ganhou um canivete suíço de amigo-secreto e não sabe o que fazer com ele? Que tal testar todas as suas funções no seu celular? Comece pela faca e deslize sua ponta pela tela. Depois acerte alguns golpes nela. Se não ficar satisfeito, encontre um estilete para fazer o mesmo.
Essa maluquice toda foi postada no YouTube por uma pessoa que aparenta ser italiana, a julgar o seu sotaque. O aparelho que sofreu a tortura é um Sony Ericsson Xperia Active, projetado para suportar lama, pó, água e riscos.
O dono do aparelho vai além e acerta o celular com quase todas as ferramentas de sua garagem, tais como martelo, chave de fenda, faca e até uma pedra. E ao que parece, o aparelho sai ileso. É exatamente o que ele diz no final do vídeo: incredibile!
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/bizarro/16913-novo-celular-da-sony-resiste-ate-a-facadas-e-marteladas-video-.htm#ixzz1hIbjNU7B
Site descobre imagens do futuro BlackBerry
O site Verge teve acesso às primeiras imagens do mais novo smartphone da RIM, que terá a dura missão de combater iPhone e concorrentes com Android ou Windows Phone para levar sua empresa-mãe de volta ao topo.
BlackBerry London: só em 2012
Até o momento atendendo pelo nome-código de BlackBerry London, as credenciais do aparelho incluem seu desenho que elimina qualquer tipo de tecla física de sua superfície frontal, dispensando o tradicional layout dos aparelhos da marca.
O aparelho tem desenho que segue a linha do smartphone desenhado em parceria com a Porsche, com linhas retas constraste de prata e preto. “Mais fino que o iPhone 4“, o London esconde debaixo de seu capô um processador de 1,5 GHz, 1 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, que deverão ser mais do que o suficiente para darem conta de rodar o BBX, plataforma que também dá as caras no tablet Playbook.
De acordo com o site, o modelo flagrado é um estudo de design feito por sua equipe de desenvolvimento, ainda sem componentes internos. Já o modelo de verdade, recheado com tudo o que tem direito, deverá ser apresentado no meio de 2012, chegando às lojas no terceiro semestre do ano que vem.
Steve Jobs pretendia criar operadora de celular
Ao que tudo indica, vamos continuar falando muito sobre Steve Jobs, o legendário co-fundador da Apple. Nessa semana, o especialista em telecomunicações John Stanton revelou que o iCEO estava bastante interessado em tomar o lugar das tradicionais — e gigantescas — empresas de telefonia. Para tanto, ele pretendia apelar para o uso do WiFi como forma de transmitir voz e dados.
Falecido em outubro vítima de uma batalha contra o câncer, Jobs e John Stanton mantiveram um relacionamento profissional próximo entre os anos de 2005 e 2007, de acordo com o especialista. A ideia de Jobs era se aproveitar do espectro de WiFi, que não é regulamentado por órgãos governamentais (ao menos não no Brasil nem nos Estados Unidos, pelo que tenho ciência).
Repare que as conversas entre os dois cessaram no mesmo ano em que o iPhone foi revelado, com vendas exclusivas pela Cingular (mais tarde adquirida pela AT&T).
Stanton não deu muitos detalhes sobre o motivo que fez Jobs largar a ideia.
Pelo que o especialista disse, Steve Jobs falava em criar uma “operadora sintética“. Não temos detalhes sobre como ele pretendia se aproveitar do espectro geralmente destinado ao WiFi para fazer sua operadora de telefonia, nem como o iCEO planejava ganhar dinheiro com isso. O que eu posso afirmar categoricamente é que os acordos que a Apple firma com as operadoras americanas lhe rendem um bom dinheiro na hora de vender os desejados iPhones.
Na semana passada uma operadora pequena e iniciante dos Estados Unidos chamada Republic Wireless iniciou a oferta de um serviço amplamente baseado em WiFi. O cliente paga US$ 19 mensais pelo uso ilimitado de dados, voz e SMS. Só que o cliente tem que usar os serviços em redes sem fio. Se não tiver WiFi, a Republic Wireless passa a utilizar a rede da Sprint (empresa-mãe da Nextel brasileira), porém com limites de uso. Que eu saiba, é o mais próximo que se tem notícia de uma operadora tirando proveito do WiFi como parte primária de seu modelo de negócios.
Via: Tecnoblog
Microsoft mostra aplicativo para WP7 que controla Xbox 360
Desde que a Nintendo mostrou o Wii U imagino que várias pessoas estão tentando se acostumar com a ideia de jogar na TV usando um controle com tela sensível ao toque. A Sony já disse que planeja implementar suporte similar a isso no PS3 e algum dos consoles portáteis da linha PSP, então não vai ser exclusivo de uma fabricante. A Microsoft também já havia dito que algo nessa linha estava planejado para o Xbox 360 e aparelhos Windows Phone 7, mas ela parece que foi a primeira das três a cumprir a promessa. Mais ou menos.
Um aplicativo chamado Xbox Companion foi anunciado hoje pela Microsoft e deixa que gamers donos de um Xbox 360 e um Windows Phone 7 controlem seu console. A experiência, por enquanto, é bastante limitada: não há suporte para controlar jogos propriamente dito, mas é possível interagir de outras maneiras. O aplicativo permite navegar no catálogo de jogos, filmes e músicas do Live Marketplace, mostra detalhes do que está sendo exibido na tela ou jogado e também oferece um ‘modo controle’ que permite controlar (d’oh!) o playback de vídeo, música e navegação do Xbox 360, praticamente de forma instantânea.
O problema do aplicativo está exatamente no começo da sentença do parágrafo anterior: ele foi apenas anunciado. Não está disponível nem em formato beta público e a Microsoft não diz quando será seu lançamento, só mesmo citou que ele existe e exibiu a simulação de captura de tela que ilustra esse post. Ele parece ser bem útil, apesar das limitações. Mas a Microsoft garante que ele será lançado em breve e que será gratuito, então não é de todo mal.


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