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Rumor do dia: Facebook Phone vem aí


Facebook está se preparando para entrar na batalha contra Apple, Samsung, Motorola e outras gigantes no mercado de dispositivos móveis com um smartphone desenvolvido em parceria com a HTC, informa o site All Things D.
Até o momento atendendo pelo nome-código de “Buffy“, o modelo deverá chegar às lojas “entre 12 e 18 meses” e rodará uma versão bastante modificada do Android – o que poderá incluir uma loja própria de aplicativos, a exemplo do que a Amazon já faz com seu hypado Kindle Fire.
Além disso, toda interface do telefone será “bastante” integrada aos serviços da rede social de Mark Zuckerberg e terá suporte a aplicativos desenvolvidos a partir de HTML5, entre outras novidades.
Ainda que tenha se negado a dizer qualquer palavra sobre o futuro telefone, um porta-voz do Facebook afirmou ao site que a empresa “acredita que cada dispositivel móvel é melhor se profundamente integrado às redes sociais“.
“Trabalhamos com toda a cadeia de dispositivos móveis, incluindo operadoras, fábricas, desenvolvedores de sistemas operacionais e aplicativos para trazer uma experiência social mais poderosa a mais pessoas em todo mundo”, encerra a empresa.
Atualmente o Facebook conta com 350 milhões de usuários mobile ativos, e tem parcerias com 475 operadoras em todo o mundo. Empresas como HTC, Motorola e as operadoras Orange e InqMobile já contam com aparelhos que têm botões dedicados de acesso à rede social.

Empresa espanhola usa chips em celulares para controlar funcionários

BBC_Cellphone
A empresa espanhola Schindler estaria monitorando seus funcionários através de um chip acoplado ao celular deles, segundo informações da agência BBC. Isso rendeu à empresa acusações sérias de abuso de autoridade e, para agravar a situação, o Ministério do Trabalho espanhol já abriu investigação.

Segundo a agência de notícias, a Schindler estaria acoplando aos celulares particulares dos empregados um chip que a direção batizou de "acelerômetro". A ideia, segundo a defesa da empresa, seria a de monitorar quanto tempo os funcionários ficam ociosos durante o expediente, alegando que isso ajudaria a estudar formas de aumentar a segurança do trabalho.

O problema é que o "acelerômetro" emitia um sinal de alarme se detectasse imobilidade do funcionário - por exemplo, no banheiro - por mais de dez minutos, informando através de um GPS a posição do empregado "parado". Apesar dos chips estarem em uso desde abril, os funcionários fizeram a denúncia a um sindicato local - e, posteriormente, ao próprio Ministério - há cerca de duas semanas.

Embora a ordem de retirada dos chips já tenha sido emitida, a Schindler informou à BBC que recorrerá da decisão, alegando que seu uso "é uma forma de segurança e não de controle".

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