5 INCRÍVEIS INVENÇÕES BRASILEIRAS PARA AS QUAIS NINGUÉM DEU BOLA
Para quem imagina que os brasileiros não têm boas ideias ou que tudo que é inovador surge apenas em outros países, basta dar uma olhada na história das invenções para perceber que a situação não é bem essa.
Marchinhas de carnaval 2012
BLACK LIGHT TATTOO
Richie, um artista em Canon City, no Colorado, conseguiu fama por estas tatuagens luz negra que são quase invisíveis à luz do dia
VODKA EYEBALLING – O JEITO MAIS BIZARRO DE FICAR BÊBADO
A moda que Vem ganhando popularidade na Russia, e que é: Acredite se puder, beber vodka pelo olho!
EMPRESA DIVULGA LISTA DAS 25 PIORES SENHAS DE 2011
A SplashData, uma empresa responsável pelo desenvolvimento de app portáteis, listou as 25 senhas mais comuns decifradas por hackers em 2011.
Japão inventa esfera voadora
CISCO E TELIA ANUNCIAM INTERNET MAIS VELOZ DO MUNDO, COM VELOCIDADE DE 120 GBPS
O DreamHack, festival digital realizado na Suécia, vai ganhar um reforço de peso este ano os participantes do encontro vão se conectar à internet com uma velocidade de incríveis 120Gbps.
Pesquisadores da Harvard School of Engineering and Applied Sciences criaram pequenas moscas robôs, capazes de agir independentemente ou se comportar como uma colônia. As máquinas, menores do que uma moeda e com apenas 2 milímetros de altura, são capazes de voar e tiveram design inspirado em origamis.
Estudantes de engenharia da Universidade de Waseda, no Japão, desenvolveram um robô com expressões alienígenas e que imita movimentos de uma gueixa. O nome do robô é OriHime e a concepção e construção foram desenvolvidas pelo engenheiro Kentaro Yoshifuji.
Não se trata de um robô útil, como aqueles que abrem pacotes ou aspiram pó. O OriHime foi criado para ajudar no desenvolvimento das articulações robóticas, pois ele faz movimentos minuciosos, os quais costumam ser encenados por gueixas ao dançarem. Este robô também tem outra funcionalidade interessante: vem acoplado com uma câmera de vídeo que pode ser controlada remotamente, de forma que qualquer um possa ver através dos olhos dela.
Caso você tenha se interessado em saber como o OriHime se comporta, a equipe da universidade gravou um vídeo do robô em ação, executando diversos movimentos:
Como se ainda faltasse inventar algo, os japoneses simplesmente acabaram de lançar um produto um tanto inusitado e que promete fazer um grande sucesso no mercado mundial. Afinal quantoshomens estão solitários e gostariam de uma namorada?
O produto que os japinhas estão oferecendo é destinado ao público dos forever alones, pois se trata de uma super namoradarobô!
Já pensaram como seria interessante poder desligar a sua namorada durante uma discussão? Ou quem sabe deixa-la em casa em off para ir até aquela super festa do fim de semana? Embora existam diversos pontos que incentivam a compra desse robô é preciso lembrar também dos que serão negativos, como exemplo, a interação, como seria uma conversa e até a companhia dessagarota? Cabe ainda pensar nas limitações dessa namorada nada convencional.
Sendo assim nada melhor do que conhecer um pouco mais dessa nova invenção japonesa e eliminar algumas dúvidas:
Pesquisadores de Harvard têm inspirado-se em vários animais, como estrelas do mar e vermes, para criar o que só pode ser definido como um dos mais arrepiantes robô que já vimos.
Este robô particular (que vem de George M. Whitesides 'laboratório em Harvard) se distingue por ser capaz de andar vários estilos únicos, incluindo andando, rastejando. Cada um destas partes é controlada pelo bombeamento de ar de até 10 psi em uma sucessão de membros, inflar e desinflar compartimentos elastômero para fornecer estrutura temporária e rigidez. Além de deslizar através lacunas, o robô pode fazê-lo através de coisas como pano de feltro, cascalho, lama, e Jell-O (não pergunte)
O futuro é hoje, isso me lembra do filme "Substituto" aqui vai a sinopse do filmes: Num futuro no qual os homens vivem isolados e se comunicam por meio de robôs, dois agentes do FBI, Greer (Bruce Willis) e Peters (Radha Mitchell), investigam o assassinato misterioso de um estudante. O crime está ligado ao homem que ajudou a criar os Surrogates, cópias robóticas de seres humanos.
Desenvolvido para ser alvo de testes ligados a roupas à prova de ação química, o PETMAN é um robô que imita o corpo humano e é capaz de caminhar, correr e escalar como se fosse uma pessoa real. O robô, criado pelo Boston Dynamics, exibe boa parte de seu potencial em um vídeo de pouco mais de um minuto.
No filme que você confere aí em cima, o robô antropomórfico aparece caminhando em uma esteira e resistindo a alguns empurrões, o que mostra a sua capacidade de se equilibrar. Além disso, ele aparece em outras tomadas, realizando mais movimentações semelhantes às de um ser humano.
A formulação do PETMAN passou por 13 meses na fase de design do robô e mais 17 meses para sua construção, instalação e validação. Juntamente com o Boston Dynamics, participam da implementação da máquina o Midwest Research Institute, o Measurement Technologies Northwest, o Oak Ridge National Lab, o Smith Carter CUH2A e ainda a HHI Corporation.
Seus desenvolvedores afirmam que movimentos ágeis são indispensáveis para que a máquina suporte, durante as simulações, situações semelhantes às que um soldado enfrenta na realidade. No site oficial do projeto, seus criadores não informam nada sobre funcionamento via inteligência artificial, contudo, é impossível deixar de pensar no tema visto a perfeição dos movimentos do robô.
O robozinho Asimo, protótipo apresentado no ano 2000 pela japonesa Honda e que desde então presta seus serviços na área de pesquisa de sua empresa-mãe, recebeu um upgrade especial para a conferência IEEE de inteligência artificial que aconteceu na semana passada nos EUA. O robô, capaz de dançar, andar a até 3,7 km/h e subir escadas sem qualquer tipo de ajuda, apareceu na feira equipado com um sistema que o permite ser controlado pelo Microsoft Kinect, célebre acessório do console Xbox 360 lançado no final do ano passado. Popout (Vídeo do YouTube)
O modelo foi ajustado para reproduzir apenas movimentos da porção superior do corpo, enquanto os sistemas internos do robozinho eram responsáveis por o estabilizar e evitar quedas, além de prevenir impactos que pudessem danificar qualquer parte dele. De acordo com Victor Ng-Thow-Hing e Behzad Dariush, a capacidade de reproduzir movimentos de uma pessoa em tempo real poderá fazer com que Asimo seja utilizado em sistemas de operação remota, como aplicações educacionais, de saúde ou até mesmo militares.
Até lá, ele vai continuar servindo apenas como forma de fazer robôs passarem vergonha em vídeos no YouTube. Com informações: IEEE Spectrum.
O Laboratório de Pesquisas do Exército norte-americano se uniu a pesquisadores da Universidade de Maryland no desenvolvimento de robôs milimétricos capazes de saltar a alturas impressionantes. Os equipamentos impressionam pela capacidade de se movimentarem sozinhos e pela grande altura que atingem. O primeiro dos robôs desenvolvidos pela parceria possui um sistema de controle integrado e é capaz de detectar a quantidade de luz no ambiente. Para se movimentar, o aparelho utiliza uma reação química que transforma gases em energia, em uma explosão controlada capaz de elevar a máquina a até 20 centímetros do solo, algo surpreendente para um equipamento de somente 8 milímetros de altura. Já a outra máquina saltadora desenvolvida pelos pesquisadores depende de métodos mais tradicionais para realizar a ação. O robô utiliza molas especiais fabricadas em escala milimétrica que armazenam energia, a liberando de uma só vez para realizar saltos. O método tem como desvantagem depender de uma fonte de energia externa, mas, em contrapartida, permite ao robô saltar distâncias 80 vezes maiores do que sua própria altura.
Vigilância e espionagem
A próxima etapa no desenvolvimento dos aparelhos é permitir a realização de saltos simultâneos na direção desejada pelo controlador. Os pesquisadores também estão criando métodos que permitam às máquinas pousar em segurança, independente das condições do terreno explorado. (Fonte da imagem: Spectrum) O objetivo é a criação de um meio de fabricação rápido e barato, que permita o uso de verdadeiras multidões desses robôs milimétricos em operações militares. Devido ao seu tamanho reduzido, as máquinas poderiam passar facilmente despercebidas pelas forças adversárias, servindo como uma peça-chave em ações de espionagem, vigilância e reconhecimento de terrenos.